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Claudio Dada cita Banco Master, relata dificuldades na cultura e faz denúncias de racismo durante entrevista

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Juliene Vieira

O presidente da ACRON, Claudio Dada, representante da religião de matriz africana, participou do Programa Juliene Vieira nesta sexta-feira, 15 de maio de 2026, onde abordou temas relacionados à cultura e aos recursos destinados ao setor em Conceição do Jacuípe.


Durante a entrevista, Claudio explicou que a associação foi criada em 2010 e comentou sobre as leis de incentivo à cultura, como a Lei Aldir Blanc e a Lei Paulo Gustavo.

Segundo ele, os recursos chegaram ao município, houve saque dos valores, porém os repasses aos beneficiários e ao setor cultural não teriam sido realizados.

Claudio Dada também fez críticas à situação cultural da cidade, afirmando que falta investimento por parte da administração municipal em diversos segmentos.

Entre os pontos citados, ele destacou o mercado de arte local, que, segundo ele, enfrenta dificuldades por ausência de incentivos e investimentos.

Ainda durante a participação, Claudio fez uma afirmação sobre os recursos que, segundo seu entendimento, estariam supostamente vinculados ao Banco Master. A declaração foi feita durante a entrevista e representa uma alegação do entrevistado, sem confirmação oficial apresentada na ocasião.

Cláudio Dada sugere atitudes racistas por parte da Prefeitura de Conceição do Jacuípe

Durante sua participação no programa, Cláudio Dada afirmou que a Prefeitura de Conceição do Jacuípe estaria adotando atitudes que, segundo ele, podem ser interpretadas como racistas, defendendo que a situação seja debatida e analisada com atenção.

Juliene Vieira e Cláudio Dada falam sobre "prostituição política" e projetos de poder

No programa de Juliene Vieira, Cláudio Dada abordou temas ligados ao cenário político e fez críticas ao que chamou de “prostituição política”, expressão utilizada para se referir a práticas que envolvem mudanças de posicionamento, interesses pessoais e alianças realizadas apenas por conveniência política.

Durante a conversa, também foram discutidos os chamados “projetos de poder”, com questionamentos sobre grupos políticos que, segundo os participantes do debate, priorizam estratégias de permanência e fortalecimento político em vez de ações voltadas diretamente para os interesses da população.